Árbitro apoia decisão do VAR contra o Man Utd, enquanto Premier League divulga veredito oficial

A Premier League confirmou que o árbitro John Brooks e os oficiais do VAR estavam corretos em não marcar pênalti para o Manchester United contra o Everton em 6 de setembro. O atacante brasileiro Matheus Cunha parecia ter sido derrubado na área dos Toffees durante o empate por 2 a 2.
O internacional camaronês Bryan Mbeumo quebrou o impasse para a equipa de Michael Carrick pouco depois do intervalo, curvando um remate rasteiro e preciso da entrada da área. O United acreditou então ter tido uma oportunidade de dobrar a vantagem a partir da marca de penálti, quando Cunha parecia ter sido derrubado por trás pelo defesa James Tarkowski.
Tendo recuperado a bola no meio-campo do Everton, o ponta inglês Marcus Rashford avançou em direção à área de Jordan Pickford, deixando tanto Tarkowski quanto o zagueiro central Jarrad Branthwaite para trás com um drible ágil antes de rolar a bola de volta para Cunha na entrada da pequena área.

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Quando o atacante se preparava para finalizar em direção ao gol, um desarme no último suspiro de Tarkowski o despossuiu, gerando apelos furiosos por pênalti dos jogadores do United em campo e de seus torcedores visitantes nas arquibancadas.
Embora o VAR tenha revisado brevemente o incidente, as repetições demonstraram que Tarkowski havia ganho a bola de forma limpa antes de Branthwaite afastar o perigo.
A Premier League confirmou desde então que o seu painel de especialistas em arbitragem apoiou unanimemente a decisão de rejeitar os pedidos de penálti.
Disseram: "A decisão do árbitro de não marcar pênalti foi apoiada, pois Tarkowski claramente e de forma justa ganhou a bola por entre as pernas de Cunha."

O incidente ocorreu apenas uma semana antes da polêmica decisão de permitir que o gol de Erling Haaland valesse na derrota do United por 1 a 0 no dérbi de Manchester no domingo seguinte.
A decisão em campo inicialmente marcou impedimento, embora posteriormente tenha sido argumentado que o norueguês estava, na verdade, em posição legal, com a perna esticada de Patrick Dorgu o deixando em condição de jogo.
Apesar disso, os oficiais ignoraram o fato de que Enzo Fernández — que estava em posição de impedimento — interferiu na jogada, o que significa que o gol nunca deveria ter sido validado.
O órgão de arbitragem da Premier League, Pro Ref, admitiu desde então um "erro de julgamento" por parte dos oficiais do VAR, com o United recebendo um pedido formal de desculpas.