👀 Estêvão teme menos tempo de jogo e uma mudança tática sob o comando de Xabi Alonso; porquê
O início do técnico do Chelsea, Xabi Alonso, no clube tem causado certa preocupação para o atacante brasileiro Estêvão e sua equipe.
O principal medo do jogador é ver seus minutos reduzidos devido à forte concorrência no ataque e, acima de tudo, acabar sendo deslocado para atuar como ala no novo sistema do treinador espanhol.
Segundo o jornalista Renato Senise, da ESPN Brasil, esse cenário não significa que haja qualquer atrito com o treinador ou desejo de deixar Londres.
A preocupação é natural neste momento, especialmente porque o brasileiro acabou de voltar após cerca de três meses afastado por uma grave lesão muscular na coxa direita, sofrida em abril, que o tirou da Copa do Mundo.
Competição no ataque
Nos primeiros jogos da temporada, Xabi Alonso optou por uma formação com três zagueiros centrais.
No ataque, sua preferência inicial era pelo trio de Cole Palmer e Morgan Rogers jogando atrás do centroavante João Pedro.
Eles começaram as vitórias na Premier League contra o Fulham (3-2) e o Brighton (4-3).
A dificuldade de Estêvão em conquistar uma vaga é explicada pela estatura de seus concorrentes:
Cole Palmer: Ele é a principal referência técnica da equipa e recebeu total liberdade de Alonso para circular pelas zonas centrais.
Morgan Rogers: Ele chegou ao clube como a maior contratação da história do Chelsea, trazido especificamente para ser um dos pilares do novo projeto esportivo.
Como resultado, o ex-jogador do Palmeiras começou o ano como reserva. Ele entrou apenas nos acréscimos contra o Fulham e ficou no banco contra o Brighton.
A sua principal oportunidade surgiu na Taça da Liga, onde foi titular contra o Luton Town e ajudou a criar a jogada que selou a vitória por 2-0.
Dilema tático?
Além do tempo no banco, as exigências táticas também são uma preocupação, segundo a ESPN Brasil.
O sistema de Alonso exige que os alas cubram todo o flanco e contribuam bastante na defesa, algo que o jogador português Pedro Neto já foi forçado a fazer.
Este estilo de jogo limita as melhores qualidades de Estêvão: drible, aceleração, mudanças de direção e a capacidade de cortar para dentro, das pontas para as áreas centrais.
Curiosamente, durante as negociações quando o jogador ainda estava no Palmeiras, o Chelsea havia indicado ao seu estafe que via potencial para desenvolvê-lo mais centralmente, atuando como um "camisa 10".
Até agora, no entanto, o prospecto brasileiro foi testado quase exclusivamente pelas pontas.
Então, o que você acha da situação do Estêvão no Chelsea?
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Este artigo foi traduzido para o inglês por Inteligência Artificial. Você pode ler a versão original em 🇧🇷 aqui.
📸 Richard Heathcote - Imagens Getty 2026